Articulando a rede de atendimento a mulheres em situação de violência

Com o propósito de tornar mais produtivas na região as políticas públicas dirigidas à mulher, a equipe do Centro de Referência da Mulher “Pricila Selau”, a Diretoria de Políticas Afirmativas e representantes do curso de Psicologia da Ulbra visitaram nessa última quarta-feira, 18 de janeiro, o CRM de Canoas “Patrícia Esber”, referência estadual nesta área. O objetivo é que o atendimento à mulher que sofre violência seja cada vez maior e mais eficaz.

A Ulbra já foi visitada pela equipe da Prefeitura. Nos próximos dias também serão realizados contatos com a Brigada Militar, Polícia Civil e Poder Judiciário. De acordo com Silvia Pereira, diretora das Políticas Afirmativas, é preciso agilizar a prestação de serviço às mulheres que sofrem violência doméstica. Integraram a comissão que estiveram em Canoas, a diretora de Políticas Afirmativas, a coordenadora do CRM, professora Lú Fippian; as assistentes sociais Vera Souza e Márcia Alexandre de Lima, a psicóloga Dioze Strassburger, a estagiária de Psicologia Loislane Martins, a coordenadora do Curso de Psicologia da Ulbra, Graziela Werba, e as professoras do curso, Simone Nunes e Dione M. de Souza.

Essa atividade foi realizada com o intuito de articular a rede de atendimento e a troca de experiências. Atuando desde agosto de 2015, aproximadamente 100 prontuários constam registrados no CRM sendo 90% dos casos da cidade. A abrangência do Centro atinge os municípios da comarca de Torres. O CRM situa-se na Avenida do Riacho, 850, Igra Sul (Campo do Torrense) atendendo de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 13h30min às 17h30min. Quarta-feira pela manhã, das 8h às 12h, o expediente é interno.

Em Canoas, a Coordenadoria de Políticas para as Mulheres recebeu as representantes de Torres explicando que o modelo canoense envolve uma rede de instituições, que vai além da simples denúncia de agressão na delegacia de polícia. Está em finalização um prontuário eletrônico permitindo conhecer bem a situação de cada vítima e deverá ser disponibilizado a outros municípios e instituições que se interessarem. Com ele é possível fazer levantamentos estatísticos e interligar os organismos envolvidos. (Carmem Gonçalves-Diretoria de Comunicação e Marketing)

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