Agentes de Endemias combatem Aedes aegypti em cemitérios de Torres

É muito comum observar nos cemitérios túmulos repletos de jarros e potes com flores e velas, que, ao acumular água, se tornam potenciais criadouros do mosquito Aedes aegypti. Por isso, agentes de endemias de Torres estão fiscalizando periodicamente esses locais, a fim de evitar a reprodução do inseto que transmite dengue, chikungunya e o vírus da zika.

Nesta quarta-feira (22) a equipe fez vistoria nos cemitérios do Barro Cortado, Pirataba, Jacaré, São Brás e Campo Bonito. Foram encontrados mais de 15 focos de larvas nos locais, sendo que em Campo Bonito, até por ser o maior de todos, foram registrados os maiores índices. Agora o material será analisado em Osório para a verificação se são do gênero Aedes.

Conforme o biólogo, Lasier França, os cemitérios estão sempre na mira da vigilância ambiental. “Os cemitérios são classificados como pontos estratégicos. A cada 15 dias, a gente tem que fazer vistoria e realizar tratamentos necessários. O importante é evitar colocar esses recipientes com água, preferir colocar com areia ou com os vasos abertos no fundo, para que, quando a gente for colocar água ou chover, essa água escorra”, recomenda.

Nos cemitérios, os agentes fizeram uma varredura em toda a área e, rapidamente, encontram potes e garrafas de plástico e vasos com água acumulada. Se o mosquito põe seus ovos num recipiente assim, em sete dias, as primeiras larvas já aparecem.

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