Saúde realiza censo sobre vacinação da Febre Amarela

A Secretaria Municipal de Saúde Iniciou no mês de julho, o censo vacinal da Febre Amarela no interior do município de Torres. A iniciativa atende solicitação do Governo do Estado. Apesar da última morte de animais silvestres ter ocorrido entre 2008 e 2009, o Ministério da Saúde indica que a doença pode chegar ao Estado a partir de setembro.
O censo vacinal, que vai ocorrer durante o mês de julho, na área rural do município, procura identificar os não vacinados e atualizar sua situação vacinal. A vacina está disponível em todas as Salas de Vacina Municipal, conforme horário de funcionamento das Unidades de Saúde.

No Brasil, são 15 mortes por contaminação da Febre Amarela em 2019. Segundo o Ministério da Saúde, foram 82 casos confirmados de febre amarela em todo o país. O município se tornou área de recomendação para a vacina contra a doença no segundo semestre de 2018. Atualmente, 52% do público-alvo está imunizado, afirma a Vigilância Epidemiológica Municipal. A meta é vacinar 95%. A vacina é a única forma de se proteger contra a doença. Uma dose é suficiente para se proteger por toda a vida. A vacina pode ser realizada em pessoas a partir dos 9 meses de idade até menores de 60 anos.

Com objetivo de provocar o interesse da população rural não vacinada, a Vigilância Epidemiológica salienta que a vacina só precisa ser feita uma vez durante a vida, diferente de outros períodos em que as doses deveriam ser aplicadas a cada 10 anos. “Apenas uma dose já imuniza para a vida toda. Não precisa mais fazer reforço como era feito antigamente. Só tem uma questão importante: quando não se tem comprovação, não possui carteira de vacina que comprove a dose, é considerado como não vacinado. É preciso vacinar novamente”, explicam os técnicos do setor.

A Febre Amarela é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um vírus transmitido por mosquitos vetores, e possui dois ciclos de transmissão: silvestre (quando há transmissão em área rural ou de floresta) e urbano. O vírus é transmitido pela picada dos mosquitos transmissores infectados e não há transmissão direta de pessoa a pessoa. A febre amarela tem importância epidemiológica por sua gravidade clínica e potencial de disseminação em áreas urbanas infestadas pelo mosquito Aedes aegypti.

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