Setembro Amarelo: é possível prevenir suicídio, identificando os sinais de riscos

O suicídio pode ser prevenido. Falar é a melhor solução. Estes foram os principais recados que a plateia do auditório da Ulbra recebeu na tarde desta sexta-feira, 13 de setembro, durante palestra promovida pela Secretaria Municipal de Saúde dentro da programação do “Mês de Prevenção ao Suicídio”. Saber reconhecer os sinais de alerta em si mesmo ou em alguém próximo a você, pode ser o primeiro e mais importante passo. A palestra foi do médico de família André Bendel, coordenador de Saúde da Prefeitura de Osório e coordenador do Comitê Estadual de Promoção à vida e Prevenção do Suicídio.

O evento é da Saúde de Torres, por meio do Centro de Atendimento Psicossocial. Na oportunidade, a secretária Suzana Machado falou sobre a importância do evento, nesta sexta com um Seminário Municipal de Prevenção ao Suicídio e Promoção da Vida, aberto ao público. No feriado do dia 20, na edição do Minha Prainha Especial, o Setembro Amarelo será também difundido e no dia 27 de setembro, dirigido aos servidores, vai ocorrer o Seminário de Prevenção ao Suicídio e Protocolo de Atendimento, ainda no auditório da Ulbra Torres.

PALESTRA

O suicídio é um fenômeno complexo, multifacetado e de múltiplas determinações, que pode afetar indivíduos de diferentes origens, classes sociais, idades, orientações sexuais e identidades de gênero. Mas o suicídio pode ser prevenido. Por isto, muita atenção se a pessoa demonstra comportamento suicida procure ajudá-la. Uma pessoa em sofrimento pode dar certos sinais, que devem chamar a atenção de seus familiares e amigos próximos, sobretudo se muitos desses sinais se manifestam ao mesmo tempo.

Conforme André Bendel, constam dados no Ministério da Saúde de que o Rio Grande do Sul é o estado líder em número de suicídios no País, cerca de 1.100 por ano, atingindo inicialmente os idosos e em segundo, os adolescentes. Através de uma interessante palestra, o médico citou vários exemplos de comportamentos em situação de intenso sofrimento emocional, onde é necessário que o tema seja abordado tanto por quem precisa de ajuda como por quem possa contribuir para o bom encaminhamento da questão. É preciso ficar atento com as pessoas que evidenciam falta de esperança, optam por ficarem isoladas, que mostram intenção de morte, que dizem frases como “Eu preferia estar morto’, “Eu não aguento mais’, e “Eu sou um peso para os outros”, entre outras.

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