No primeiro levantamento sobre o Aedes em 2019, Torres passou de baixo para médio risco de infestação

O primeiro Levantamento do Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) feito em Torres este ano, constatou que o município saiu de baixo para médio risco de infestação do mosquito, principal transmissor da Dengue, Febre Chikungunya, Zika Vírus e Febre Amarela.

No final de 2018, o levantamento havia apontado baixo risco de infestação do Aedes, mas no começo deste ano, o panorama mudou. Para a Vigilância Ambiental, o motivo do aumento do risco foi devido o período chuvoso, que faz aumentar os focos do mosquito em potes, vasos e pneus, somado ao acúmulo de lixo domiciliar, além de outros depósitos, como as bromélias.

O levantamento iniciado no dia 4 de fevereiro detectou ainda que 44% dos criadouros do mosquito estão em pequenos depósitos, como prato de vaso de flor, baldes, potes, etc. Em seguida, aparecem os depósitos naturais, principalmente as bromélias, com 29% dos focos.

Durante a pesquisa foram visitados 1,3 mil imóveis em 22 localidades. Entre os que apresentam maiores riscos estão: Centro, Getúlio Vargas, Igra, Praia da Cal, Curtume e Guarita.

De acordo com o biólogo Lasier França, diretor de Vigilância em Saúde, o foco da equipe de combate as endemias será nos bairros mais infestados, mas sem esquecer das outras localidades que não apresentaram a presença do mosquito.

A orientação da Vigilância Ambiental é que o morador destine pelo menos 10 minutos por semana para observar se existem locais de foco do mosquito, nos pontos com água parada e concentração de lixo.

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