Torres unida contra a violência: CRM Priscila Selau celebra 11 anos com arte e conscientização

A tarde de hoje foi marcada pela emoção e pelo compromisso com a proteção das mulheres torrenses. Em um evento especial alusivo aos 11 anos do Centro de Referência da Mulher (CRM) Priscila Selau, o prefeito Delci Dimer e o vice André Pozzi se uniram a diversas autoridades para reafirmar a importância do combate à violência de gênero no município. A celebração trouxe à tona não apenas a trajetória do CRM, mas também o lançamento de uma ação cultural inédita que promete impactar toda a região.

Arte como ferramenta de transformação

Uma das grandes novidades apresentadas foi o projeto “Olhares que Denunciam”, uma parceria entre o CRM Priscila Selau e a Secretaria Municipal de Cultura e Esporte. A iniciativa nasceu do entendimento de que a arte tem o poder de sensibilizar e transformar realidades.

Cinco fotógrafas de Torres aceitaram voluntariamente o desafio de transformar sensibilidade em alerta social, retratando as diferentes formas de violência previstas na Lei Maria da Penha através de suas lentes.

Exposição itinerante: As fotos farão parte de uma mostra que percorrerá os sete municípios da Comarca de Torres.

Ação voluntária: Lentes locais dedicadas a dar voz e visibilidade à causa feminina.

Conscientização ampla: Levar o debate a novos espaços, alcançando diferentes públicos da nossa comunidade.

Compromisso do município

O prefeito Delci Dimer destacou o papel fundamental do serviço para a cidade durante o evento:

“O CRM Priscila Selau é um símbolo de força e acolhimento em Torres. Chegar aos 11 anos com um projeto tão bonito quanto o ‘Olhares que Denunciam’ mostra que a nossa gestão continua firme no propósito de proteger nossas mulheres e educar nossa sociedade. A arte e a informação são nossas maiores aliadas para dizer não a qualquer tipo de violência.”

O encontro contou com a presença do presidente da Câmara de Vereadores, Igor Bereta, dos vereadores Dilson Boaventura, Rogério Evaldt, Antenor Justo e Deise Clezar, além de representantes da Brigada Militar, Polícia Civil e lideranças comunitárias.

Transformar a realidade das nossas comunidades exige o esforço conjunto do poder público e de cada cidadão. Afinal, até onde o nosso olhar é capaz de enxergar e interromper uma situação de violência ao nosso redor?

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