Na Câmara, Secretária apresenta dados da Saúde

Na tarde dessa última terça-feira, 30 de outubro, na Câmara Municipal, a secretária municipal da Saúde, Suzana Machado, apresentou vários dados sobre o atendimento da rede pública municipal. Muitos números foram citados pela secretária Suzana ao apresentar o relatório de gestão referente ao período de 1º de maio a 31 de agosto. Receitas, despesas e saldos de fonte municipal, estadual, federal e de emendas parlamentares foram mostradas por meio de um power point. Mas o número que mais impressionou o presidente da Câmara de Vereadores, Fábio da Rosa, foi o da dívida do Governo do Estado com a Saúde de Torres. O atraso é de quase R$ 900 mil. Alguns serviços estão sem receber recursos há dois meses e outros há cinco meses.

Conforme a secretária, a gestão municipal tem voltado seus esforços intensificando ações no fortalecimento da Atenção Básica com ênfase nas atividades dos ESFs e apoio multidisciplinar do Núcleo de Apoio a Saúde da Família com profissionais das áreas de fisioterapia, psicologia, educador físico, farmácia e outras. A meta principal para 2018 baseia-se na implantação de mais uma Unidade de Saúde Básica com ESF no bairro Vila São João, elevando significativamente o percentual de cobertura assistencial na saúde básica da população torrense.

 

Secretária responde críticas de vereador sobre a Saúde

Na oportunidade, a secretária municipal da Saúde, Suzana Machado, esclareceu críticas do vereador Carlos Roberto Machado Monteiro (Tubarão), apresentadas na sessão da Câmara de Vereadores do dia 22 de outubro.  São inverídicas as irregularidades apresentadas pelo vereador, quanto à prestação de serviço médico realizado pela empresa contratada pela Prefeitura para executar o trabalho no Pronto Atendimento, afirmou.

A secretária informou que em relação ao aditivo do contrato, ele foi renovado por seis meses, passando pela Câmara. Quanto aos CCs e contratos temporários, informou que o PA não tem médicos CCs e os três contratos temporários foi para a contratação dos  médicos novos que assumiram em setembro para a Atenção Básica com carga horária de 40h semanais. Hoje os médicos terceirizados estão no PA, SAMU, CAPs, regulação e especialidades.

A jornada de trabalho em que o vereador se referiu extrapolar em até 46 h, não são médicos do PA, são médicos do SAMU, onde a atividade é legal. “É de conhecimento que a ambulância avançada só sai da base após autorização da regulação estadual, podendo o médico permanecer sem nenhum atendimento nas 24h ou 48h em que está realizando seu plantão”, concluiu Suzana.

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