Novidade neste 31° Festival: piloto usa cadeira para voar ao invés do cesto

É inédito. Pela primeira vez em Torres, está competindo um balão usando uma cadeira para voar ao invés do tradicional cesto. Trata-se de Rodrigo Marques, 37, paulista natural de Boituva e filho do mestre Caco, um dos pioneiros do Balonismo no Brasil. Ao decolar, Rodrigo balança as pernas, chamando a atenção do público.

 

Voar é um hobby, mas o trabalho também é realizado com prazer por Rodrigo. Atua na Caco Balloons que recebeu a dedicação dos pais após os anos 70. A empresa é especializada em balões infláveis. A ideia de usar uma cadeirinha, como ele diz, no lugar do cesto, nasceu em 1994, em Maringá, quando viu a decolagem de um balão que levava uma cadeirinha, porém, decolou no espaço interno de uma igreja.

Depois de um tempo, fez o projeto, estudou a adaptação da cadeira, a colocação do gás, entre outros, Este balão é menor do que os demais, com cerca de 800 metros cúbicos, contra os outros que contam entre 1.600 e 1.800 metros cúbicos. A principal diferença entre este balão e os demais é que o menor possibilita uma resposta mais rápida na direção, apesar de um consumo mais reduzido. A aterrissagem, quando o vento está forte, merece mais empenho

, conclui .

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