Museu Histórico recebe instrumentos de trabalho do primeiro médico de Torres

O Museu Histórico de Torres recebeu no início desta semana, 24 de julho, as ferramentas de trabalho do primeiro médico ligado ao Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul que atuou na cidade. A doação foi do filho do Dr. Ferreirinha, o engenheiro Nelson Azevedo Ferreira da Silva, veranista em Torres. Em breve, a parte instrumental empregada pelo médico poderá ser visitada pela população quando da reinauguração do prédio da recente localização do espaço, situado na Avenida Júlio de Castilhos, 707, antiga sede da Prefeitura.

Estetoscópio, relógio cronômetro, seringas, entre outros instrumentos utilizados por José Parreira Ferreira da Silva, o Dr. Ferreirinha, já se encontram no Museu. Ele trabalhou de 1948 a 1952 junto ao Posto de Higiene e Maternidade (atual prédio da Pousada da Prainha) e também em consultórios improvisados localizados na Rua José Antônio Picoral, no Hotel Farol e ainda em farmácias. Ele fez parte do corpo técnico do Hospital Nossa Senhora dos Navegantes. Faleceu em 2015 com 95 anos. Durante os quatro anos que atendeu em Torres morou na Avenida Júlio de Castilhos, 739, quase ao lado do Museu.

O acervo que encontrava-se no Centro Municipal de Cultura está sendo transferido para sua nova sede. Será reaberto em breve para receber visita dos turistas e moradores, de segunda a segunda, na parte da tarde. Logo que a data for confirmada, a Prefeitura divulga o reinício do seu funcionamento. No prédio, o Museu estará localizado no térreo, na parte dos fundos, com uma vista privilegiada para a Lagoa do Violão. O bonito prédio da antiga sede da Prefeitura já está acolhendo a Secretaria Municipal de Turismo que também encontra-se em mudança para o local.

O Museu Histórico de Torres tem cerca de 300 peças, a grande maioria doadas por moradores e veranistas. A população pode contribuir para o crescimento do espaço. A doação é fundamental para a ampliação do acervo. O historiador Alexandre Cardoso Rodrigues, do MHT, conta que o filho do médico é um frequentador do Museu, que por muitas vezes conversou com ele sobre a história de Torres, tendo a iniciativa de fazer a contribuição. O responsável pelo espaço comenta que para fazer a doação, dois são os pré-requisitos essenciais: que a peça tenha relação com a cidade de Torres e que existe no mínimo pelo tempo de uma geração ou seja, cerca de 30 anos.

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